Celeste Fortes, investigadora da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV), enfatizou a necessidade de uma formação académica robusta para os futuros profissionais de saúde no combate à mutilação genital feminina. Durante uma conferência, ela argumentou que é crucial que esses profissionais sejam capacitados para identificar e lidar com casos de mutilação genital, além de advogar contra essa prática nociva. Fortes acredita que a educação é uma ferramenta poderosa na luta contra a mutilação genital feminina, pois permite que os profissionais de saúde desempenhem um papel ativo na prevenção e no apoio às vítimas. A formação deve incluir não apenas aspectos médicos, mas também sensibilização sobre os direitos das mulheres e a importância da saúde sexual e reprodutiva.