Um recente estudo realizado pela Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) revelou que os profissionais de saúde no país possuem um entendimento limitado sobre a mutilação genital feminina. Esta falta de conhecimento pode resultar em fragilidades no tratamento das complicações que surgem dessa prática, o que é alarmante considerando os impactos na saúde das mulheres. O estudo destaca a necessidade urgente de formação e sensibilização para que os profissionais possam oferecer um atendimento mais eficaz e humanizado. Além disso, a pesquisa sugere que a educação sobre este tema deve ser uma prioridade nas políticas de saúde pública em Cabo Verde.