Os trabalhadores do Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) manifestaram a sua decisão de não aderir à greve anunciada pelos sindicatos para os dias 28 a 30 de abril. A decisão foi justificada pela falta de auscultação e concertação prévia entre as partes envolvidas. Em uma missiva anônima, os colaboradores reconheceram os esforços dos sindicatos, mas enfatizaram que a emissão de um pré-aviso de greve deve ser precedida de diálogo efetivo com os membros afetados. Os colaboradores também mencionaram que aqueles que não se sentem enquadrados no Plano de Carreiras, Funções e Remunerações (PCFR) estão acompanhando os esforços para corrigir as incongruências identificadas. Além disso, foi informado que uma consultoria externa foi contratada para elaborar uma adenda ao PCFR, visando resolver as falhas e garantir o adequado enquadramento dos profissionais. Os trabalhadores do INSP expressaram confiança no acompanhamento institucional do processo e na consideração das questões levantadas. No entanto, deixaram claro que não houve consenso sobre a adesão à greve, optando por manter o diálogo institucional e concluir os processos em curso para regularizar as situações profissionais.