A Amnistia Internacional publicou um relatório que acusa os Estados Unidos de graves violações dos direitos humanos em 2025, com foco nas políticas da administração Trump. O documento menciona a implementação de políticas racistas e anti-imigrantes que resultaram na separação de famílias e deportações ilegais, além de condições desumanas para migrantes. A organização também critica a violência policial, citando a morte de cidadãos americanos durante operações de detenção em Minneapolis e Saint Paul. Além disso, o relatório destaca os 'assassinatos patrocinados pelo Estado', referindo bombardeios e execuções extrajudiciais realizados por forças armadas dos EUA na América Latina e no Caribe. A Amnistia Internacional condena ainda as sanções impostas a procuradores do Tribunal Penal Internacional e organizações palestinianas de direitos humanos, considerando que esses atos visam proteger cidadãos israelitas e norte-americanos de responsabilizações. Os cortes abruptos na ajuda internacional anunciados pela administração Trump também são alvo de críticas, pois resultaram na interrupção de programas de saúde em países de baixo rendimento, afetando grupos marginalizados. A repressão a protestos e a revogação de proteções para a comunidade LGBTI são outros pontos abordados no relatório, que evidencia uma tendência preocupante nas políticas dos EUA sob a administração Trump.