O novo equipamento da seleção nacional de futebol de Cabo Verde, produzido pela marca Capelli Sport, foi fixado em 95 dólares, gerando reações diversas entre os adeptos. Enquanto alguns reconhecem o esforço necessário para adquirir o equipamento, outros expressam preocupações sobre a acessibilidade, considerando que o preço é elevado em relação ao salário mínimo da população. João Moreira, um dos adeptos, afirmou que está disposto a fazer um esforço financeiro para apoiar a seleção, destacando o espírito solidário dos cabo-verdianos, que podem contar com o apoio de familiares emigrados. Por outro lado, Ana Paula e Andrea Barros levantaram preocupações sobre a dificuldade de muitos em adquirir o equipamento, sugerindo que um preço mais acessível poderia beneficiar mais adeptos. A questão da falsificação também foi mencionada, com Andrea Barros alertando que preços elevados incentivam a procura por alternativas mais baratas. Apesar das críticas, alguns adeptos, como Ricardo Andrade, reconhecem que o preço está alinhado com o mercado internacional, mas expressam reservas sobre a fiscalização de produtos falsificados. O debate continua à medida que Cabo Verde se prepara para a sua estreia no Mundial de 2026.