De acordo com o relatório da RSF, Cabo Verde caiu para a 40.ª posição no ranking da liberdade de imprensa em 2026, refletindo fragilidades persistentes nos domínios político e económico. O indicador político desceu da 25.ª para a 36.ª posição, enquanto o indicador económico caiu de 43.º para 55.º lugar. Apesar disso, o país mantém um ambiente mediático diversificado e um desempenho positivo em indicadores legislativos e de segurança. O relatório destaca que, embora Cabo Verde tenha um cenário mediático diversificado, com vários canais de televisão e estações de rádio, a geografia arquipelágica dificulta a distribuição equitativa de conteúdos. Além disso, a influência do poder político sobre os meios públicos continua a ser uma preocupação, contribuindo para a autocensura entre jornalistas. No que diz respeito ao contexto jurídico, Cabo Verde possui leis que protegem o jornalismo, mas um artigo do Código de Processo Penal permite a incriminação de jornalistas, o que tem sido aplicado em casos de violação de segredo de justiça. O setor público é o principal empregador de jornalistas, mas os media privados enfrentam desafios significativos devido a um mercado publicitário limitado. A sociedade cabo-verdiana é descrita como aberta, com uma forte presença feminina nas redações, mas as comunidades pequenas podem dificultar o desenvolvimento do jornalismo investigativo. A liberdade de imprensa global está em declínio, com menos de 1% da população mundial vivendo em países com boa liberdade de imprensa.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoKabu Verdi desce pa 40. lugar na liberdade di imprensa na 2026
Segundo un relatório di RSF, Kabu Verdi desceu pa 40. lugar na liberdade di imprensa na 2026, mostrando fraquezas persistentes na área política y econômica. Indicador político desceu di 25. pa 36. lugar, y indicador econômico desceu di 43. pa 55. lugar. Mas, país ainda ten un ambiente mediático diversificado y un desempenho positivo na área legislativa y di segurança.
Relatório ta destaca que, apesar di Kabu Verdi ten un cenário mediático diversificado, ku txeu kanalis di televisão y estações di rádio, geografia di ilhas ta dificulta distribuição di conteúdos. Influência di poder político sobre meios púbicos continua a ser un preocupação, contribuindo pa autocensura entre jornalistas.
Na área jurídica, Kabu Verdi ten leis ki proteje jornalismo, mas un artigo di Código di Processo Penal ta permite incriminar jornalistas, ki ja foi aplicado na casos di violação di segredo di justiça. Setor púbico é un di principais empregadores di jornalistas, mas media privados ta enfrenta desafios grandi por causa di un mercado publicitário limitadu.
Sociedade di Kabu Verdi é descrita como aberta, ku un forte presença feminina nas redações, mas dimensão pequena di comunidades pode dificultar desenvolvimento di jornalismo investigativo. Liberdade di imprensa global ta na queda, ku menos di 1% di população mundial ta vive na países ku boa liberdade di imprensa.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.
