O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, enfrentou críticas durante uma audiência no Senado, onde senadores democratas o acusaram de lançar a guerra com o Irão sem provas de uma ameaça iminente. Hegseth, em resposta, chamou os críticos de 'pessimistas imprudentes' e defendeu a estratégia militar da administração Trump, enfatizando que o presidente teve a coragem de garantir que o Irão não obtivesse armas nucleares. O senador Jack Reed, um dos principais democratas no comitê, argumentou que a guerra deixou os EUA em uma posição estratégica pior, citando o fechamento do Estreito de Ormuz e o aumento dos preços dos combustíveis. Reed expressou preocupação de que Hegseth estivesse apenas dizendo ao Presidente o que ele queria ouvir, em vez de fornecer uma análise honesta da situação. Além disso, Reed criticou Hegseth pela demissão de altos líderes militares, sugerindo que a maioria dos demitidos eram mulheres ou pessoas de cor. Hegseth respondeu que as demissões foram baseadas no desempenho e não em questões de raça ou gênero, defendendo a diversidade de crenças dentro do departamento. A audiência também abordou a proposta de orçamento militar de 2027, que aumentaria os gastos com Defesa para um recorde de 1,5 trilhões de dólares. Enquanto Hegseth enfrentava resistência dos democratas, recebeu apoio de senadores republicanos, que elogiaram a estratégia militar da administração e a necessidade de mais recursos para garantir a segurança dos EUA no século XXI.