Carlos Santos, candidato da UCID pelo círculo da Europa e resto do mundo, expressou em uma entrevista a necessidade de dar mais voz e respeito à diáspora cabo-verdiana. Ele argumenta que os emigrantes devem ter uma participação mais ativa nas decisões políticas que afetam suas vidas e comunidades. Santos critica a burocracia existente que, segundo ele, dificulta a comunicação e a relação entre Cabo Verde e seus cidadãos no exterior. Durante a entrevista, Santos enfatizou que a diáspora é uma parte integral de Cabo Verde e que suas contribuições devem ser reconhecidas e valorizadas. Ele propõe uma mudança na forma como o país interage com os emigrantes, sugerindo que políticas mais inclusivas e menos burocráticas poderiam fortalecer essa relação. A sua visão é de um Cabo Verde mais unido, onde todos os cidadãos, independentemente de onde estejam, possam participar ativamente na construção do futuro do país. A proposta de Santos ressoa com muitos emigrantes que sentem que suas vozes não são suficientemente ouvidas nas decisões políticas. Ele acredita que, ao facilitar a participação dos emigrantes, Cabo Verde pode beneficiar-se de uma diversidade de ideias e experiências que podem contribuir para o desenvolvimento do país.