O Prémio Nacional de Jornalismo 2026 distinguiu seis profissionais, com um total de 43 trabalhos avaliados, incluindo categorias de Audiovisual, Rádio e Imprensa Escrita. Edneia Barros, da RCV, foi premiada pela sua reportagem sobre a emigração, enquanto Daniel Almeida recebeu o primeiro lugar na categoria de Imprensa Escrita por uma investigação sobre a CV Interilhas. O presidente da AJOC, Geremias Furtado, destacou a importância do reconhecimento do trabalho jornalístico e a necessidade de valorizar a profissão. O júri, liderado pela jornalista Marilene Pereira, elogiou a profundidade e o rigor das investigações apresentadas. O prémio serve como um estímulo para os jornalistas continuarem a desempenhar um papel crítico na sociedade.