O Mundial de 2026 está a gerar polémica antes mesmo de começar, especialmente devido aos preços exorbitantes dos bilhetes, que em alguns casos ultrapassam os 11.000 euros, especialmente para a final. Em resposta a estas críticas, Gianni Infantino, presidente da FIFA, afirmou que os preços são um reflexo das forças de mercado, defendendo que a aplicação de preços de mercado é necessária. Durante uma conferência em Beverly Hills, ele destacou que eventos desportivos nos Estados Unidos já são caros, e que os preços dos bilhetes para o Mundial não seriam exceção. Infantino também fez uma distinção entre os preços oficiais e os preços de revenda especulativa, afirmando que, embora algumas pessoas possam estar a oferecer bilhetes por preços exorbitantes, isso não significa que haja compradores reais. Ele utilizou um exemplo humorístico para ilustrar a situação, prometendo que, se alguém realmente comprasse um bilhete a dois milhões de dólares, ele pessoalmente levaria um cachorro-quente e uma Coca-Cola para garantir uma experiência memorável. A controvérsia em torno dos preços dos bilhetes destaca a crescente preocupação com a acessibilidade dos eventos desportivos de grande escala, especialmente em um país como os Estados Unidos, onde os custos de entretenimento estão em constante aumento.