A FIFA anunciou um aumento significativo nos preços dos bilhetes de primeira categoria para a final do Mundial 2026, que ocorrerá no Estádio MetLife, em Nova Jérsia. O preço dos bilhetes saltou de 9,3 mil euros para 28 mil euros, uma decisão que já provocou reações negativas entre políticos norte-americanos. Gianni Infantino, presidente da FIFA, defendeu o aumento, afirmando que os preços refletem o mercado de entretenimento norte-americano, um dos mais desenvolvidos do mundo. Os membros do Congresso dos Estados Unidos, especialmente os democratas de Nova Jérsia, expressaram preocupações sobre a nova política de preços, conhecida como tarifa dinâmica, que ajusta os preços dos bilhetes com base na procura. Eles questionaram também as taxas de revenda de bilhetes, que incluem uma comissão de 15% cobrada pela FIFA em cada transação. Os congressistas levantaram suspeitas de que a FIFA poderia estar limitando artificialmente a oferta de bilhetes para criar uma impressão de escassez, levando os fãs a comprar rapidamente a preços elevados. Esta situação gerou um debate acalorado sobre a acessibilidade dos eventos esportivos e a ética das práticas de precificação da FIFA.