Durante as alegações finais do julgamento do agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) Bruno Pinto, o Ministério Público sustentou que deve ser considerado 'não provado' que Odair Moniz estivesse armado. A defesa do agente sempre alegou legítima defesa, mas o procurador destacou que não existem razões que justifiquem o uso de força letal na situação em questão. O procurador argumentou que, embora tenha havido resistência à detenção e confrontos físicos, não houve evidência de violência extrema que justificasse a ação do agente. Testemunhas confirmaram que não houve uso de arma por parte de Odair, o que reforça a posição do Ministério Público. Bruno Pinto enfrenta uma acusação de homicídio, que pode resultar em pena de prisão entre oito a 16 anos, além de ser interditado ao exercício de funções na PSP. A morte de Odair Moniz ocorreu em 21 de outubro de 2024, durante uma intervenção policial relacionada a uma alegada infração de trânsito, onde ele foi atingido por dois disparos a curta distância.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoMinistério Público ta pidi konde na PSP pa homicídio di Odair
Duranti alegason final di julgamento di agente di Polícia di Segurança Pública (PSP) Bruno Pinto, Ministério Público ta sustenta ki deve ser konsideradu 'não provadu' ki Odair Moniz tava armadu. Defesa di agente sempre alegaba legítima defesa, mas procurador ta destaca ki não ten razão ki justifika uz di forsa letal na situason.
Procurador argumenta ki, ainda ki ten resistência a detenção e konfrontus físikus, não ten evidência di violência extrema ki justifika ação di agente. Testemunhas konfirma ki não ten uz di arma pa parte di Odair, ki reforça posição di Ministério Público.
Bruno Pinto ta enfrenta akusason di homicídio, ki pode resultá na pena di prisão entre oito a 16 anos, além di ser interditadu di funsionamentu na PSP. Morte di Odair Moniz aconteceu na 21 di outubro di 2024, durante uma intervenção policial relasionadu a uma alegada infração di trânsito, onde ele foi atinjidu pa dois disparus a curta distância.
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