A presidente da Federação Cabo-verdiana de Atletismo, Tatiana Cabral, destacou a importância histórica da medalha de prata conquistada por Arianne Morais no Campeonato Africano de Atletismo. A atleta alcançou a marca de 56,49 metros no lançamento do dardo, garantindo o segundo lugar, atrás apenas de uma atleta egípcia. Este é um marco significativo, pois é a primeira vez que Cabo Verde sobe ao pódio em um Campeonato Africano de Atletismo. Tatiana Cabral enfatizou que este resultado demonstra que Cabo Verde pode competir com os melhores atletas africanos, resultado do investimento na preparação da atleta e da estratégia de integração de talentos da diáspora. Arianne Morais, nascida na Noruega, expressou interesse em representar Cabo Verde há cerca de quatro anos, culminando com a confirmação de sua elegibilidade internacional. A dirigente federativa acredita que a conquista da medalha impulsionará o desenvolvimento do lançamento do dardo em Cabo Verde, uma modalidade ainda sem tradição no país. Além disso, ela defende um maior envolvimento do Estado e do setor privado no financiamento do desporto de alto rendimento, visando melhorar as condições de treino e o acompanhamento técnico dos atletas. Tatiana Cabral vê este feito em Acra (Gana) como uma oportunidade para abrir novas perspectivas para o atletismo cabo-verdiano em competições internacionais, incluindo os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoAtletismu: Medalha di Prata ta Marca un Nôvu Marco pa Cabo Verde
A presidenta di Federação Cabo-verdiana di Atletismu, Tatiana Cabral, realçó a importância histórica di medalha di prata konxigida pa Arianne Morais na Campeonato Afrikanu di Atletismu. A atleta atinjé un marka di 56,49 metros na lançamentu di dardu, garantindu segundo lugar, atrás di un atleta egípcio. Es é un marco significativu, pois é a primeira vez ki Cabo Verde sobe na pódio na un Campeonato Afrikanu di Atletismu.
Tatiana Cabral enfatizá ki es resultado mostra ki Cabo Verde pode kompeti ku es melhor atletas africanu, resultado di investimentu na preparason di atleta e di estratégia di integração di talentos di diáspora. Arianne Morais, nascida na Noruega, expressó interesse di representá Cabo Verde há cerca di kuatro anos, culminandu ku a confirmação di sua elegibilidade internacional.
A dirigente federativa acredita ki a konquista di medalha ta impulsioná o desenvolvimento di lançamentu di dardu na Cabo Verde, un modalidade ainda sem tradição na país. Além disso, es defende un maior envolvimentu di Estado e di setor privado na financiamento di desportu di alto rendimento, visando melhora as condições di treino e acompanhamento técnico di atletas.
Tatiana Cabral vê es feito na Acra (Gana) como un oportunidade pa abri novus perspetivas pa atletismu cabo-verdianu na competições internacionais, inkluindo es Jogos Olímpicos di Los Angeles 2028.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.




