A divulgação de um vídeo pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, mostrando activistas pró-palestinianos ajoelhados e algemados, provocou uma onda de condenações internacionais. Entre os críticos estão governos europeus, o Brasil e o Canadá, que consideram o tratamento dado aos activistas uma violação da dignidade humana. O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, afirmou que a situação é 'absolutamente inaceitável' e considerou a possibilidade de Portugal apoiar uma suspensão parcial do acordo entre a União Europeia e Israel. O vídeo, que mostra os activistas em um navio militar israelita, foi amplamente criticado, levando até mesmo membros do governo israelita a se manifestarem contra a conduta de Ben Gvir. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou a deportação rápida dos activistas, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, chamou o episódio de 'espectáculo vergonhoso'. A União Europeia também se manifestou, classificando o tratamento como 'completamente inaceitável' e exigindo a libertação imediata dos activistas. Vários países europeus convocaram embaixadores israelitas para protestar, e líderes como a primeira-ministra italiana e o primeiro-ministro espanhol se uniram às críticas, exigindo desculpas formais de Israel. O Brasil e o Canadá também condenaram o tratamento dos activistas, exigindo a libertação dos seus cidadãos detidos.