Armindo Ferreira lança o livro "Diálogos Inquietantes", que se divide em duas partes, embora na verdade sejam dois livros em uma única brochura. A obra aborda temas controversos, incluindo a cumplicidade entre o MFA e o PAIGC na independência de Cabo Verde, desafiando narrativas históricas estabelecidas. Ferreira argumenta que a independência foi entregue ao PAIGC, resultando em um regime ditatorial que perpetuou a censura e a repressão. Além disso, o autor discute a figura de Amílcar Cabral e sua visão sobre a unidade Guiné-Cabo Verde, questionando a interpretação histórica de sua morte. Através de diálogos, a obra provoca reflexões sobre a identidade cabo-verdiana e as manifestações contemporâneas do africanismo.