O Departamento da Defesa dos EUA, através do Pentágono, anunciou que certas áreas do seu serviço de comunicação social foram classificadas como zonas protegidas, restringindo assim o acesso a jornalistas. Esta medida foi justificada pela presença de pessoal que trabalha com documentos classificados e discursos. A decisão ocorre num contexto de crescente controvérsia sobre a liberdade de imprensa, especialmente após o regresso de Donald Trump à presidência em janeiro de 2025. As novas regras, que foram implementadas pouco tempo depois do regresso de Trump, exigem que jornalistas credenciados deixem de solicitar ou publicar informações sem autorização prévia, sob pena de perderem a acreditação. Esta política foi amplamente criticada pela comunicação social, tanto nos EUA como internacionalmente, levando a uma ação judicial por parte do New York Times. Um juiz federal, em março, considerou que muitas das novas políticas do Pentágono violavam várias Emendas da Constituição. No entanto, o Pentágono não só manteve as restrições, como também as intensificou, limitando ainda mais a circulação de jornalistas e encerrando espaços anteriormente acessíveis, como o conhecido
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Pentágono Restringe Acesso a Jornalistas
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