O Departamento de Estado norte-americano anunciou planos para uma redução significativa no número de embaixadas e consulados que podem processar vistos para entrada nos Estados Unidos. Esta medida, que poderá entrar em vigor em junho, diminuirá o número de locais de quase 50 para apenas 20, de acordo com fontes anónimas e um memorando interno obtido pela Associated Press. A decisão foi comunicada a diplomatas em uma teleconferência recente, onde foram informados sobre as novas diretrizes que afetarão todos os países africanos, exceto os 20 centros designados. Os cidadãos de países que não sejam centros de operações terão que viajar para um dos 20 locais aprovados para solicitar vistos, o que pode acarretar desafios logísticos e custos elevados. Embora as seções consulares em países não designados como centros permaneçam abertas, os serviços oferecidos serão limitados, focando principalmente em emergências e renovações de passaportes para cidadãos americanos. Esta mudança é parte de uma estratégia mais ampla da administração Trump para restringir a imigração e a emissão de vistos, refletindo um esforço contínuo para limitar a entrada de imigrantes nos EUA. O memorando também menciona a redução do número de funcionários nas embaixadas e consulados em todo o mundo, o que poderá impactar ainda mais a capacidade de processamento de vistos.