A UCID está a fazer esforços para impedir que Francisco Carvalho seja nomeado Primeiro-Ministro, levantando questões sobre a constitucionalidade dessa nomeação. No entanto, a Constituição de Cabo Verde já abordou essa questão, o que levanta dúvidas sobre as intenções políticas por trás dessa oposição. A situação revela um cenário político tenso, onde investigações e acusações sem fundamento estão a ser utilizadas como ferramentas para deslegitimar um candidato que obteve uma maioria absoluta nas urnas. A política em Cabo Verde parece estar a tentar substituir o papel dos tribunais, o que é uma preocupação significativa para a democracia do país. A luta pelo poder e as manobras políticas estão a ofuscar o que deveria ser um processo democrático transparente e justo. A questão central que emerge é: por que razão a UCID está tão empenhada em barrar a ascensão de Carvalho, quando a Constituição já se pronunciou sobre a sua elegibilidade? Enquanto isso, a população observa com apreensão, questionando a integridade do sistema político e a legitimidade das ações da UCID. A situação exige uma reflexão profunda sobre o papel das instituições e a necessidade de respeitar as normas constitucionais para garantir um futuro político estável em Cabo Verde.