A Câmara Municipal da Praia (CMP) assegura que não há queima intencional de resíduos no aterro sanitário da ilha de Santiago e anunciou a abertura de uma averiguação para determinar a origem dos incêndios que têm afetado as comunidades vizinhas. O aterro, que começou a funcionar em 2021, recebe resíduos de oito municípios e tem enfrentado incêndios frequentes, gerando preocupação entre a população. A CMP reconhece que os incêndios têm ocorrido em diferentes pontos da célula de deposição, com impactos diretos em áreas como São Francisco e Agostinho Alves. No último ano, foram registrados pelo menos quatro incêndios, o que levou a autarquia a mobilizar recursos adicionais para o combate às chamas, incluindo a contratação de maquinaria pesada. Além disso, a CMP está implementando medidas de prevenção e reforçando a vigilância no aterro, enquanto investiga a origem dos incêndios. A autarquia expressou suas desculpas pelas inconveniências causadas e reafirmou seu compromisso com a saúde pública e o bem-estar dos munícipes.