O descendente de cabo-verdianos, que teve a sua candidatura presidencial rejeitada, decidiu recorrer da decisão junto das autoridades competentes. Este caso levanta questões importantes sobre a inclusão de cidadãos de ascendência cabo-verdiana na política de São Tomé e Príncipe, um país que tem uma significativa diáspora. A rejeição da candidatura foi recebida com críticas por parte de vários setores da sociedade, que argumentam que a diversidade é fundamental para a democracia.