Marcos Cruz e Denise Resende, figuras proeminentes na política cabo-verdiana, defendem a necessidade de um executivo mais descentralizado. A proposta visa dar mais autonomia às famílias e comunidades, permitindo que elas tenham maior controle sobre suas vidas e recursos. Segundo os políticos, essa abordagem pode levar a uma gestão mais eficiente e a um desenvolvimento mais equitativo em todo o país. Cruz e Resende argumentam que a centralização do poder tem limitado as oportunidades para as comunidades locais. Eles acreditam que, ao descentralizar, será possível atender melhor às necessidades específicas de cada região, promovendo um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo. A ideia é que as decisões sejam tomadas mais perto das pessoas, refletindo suas realidades e desafios diários. Além disso, os políticos destacam a importância do empoderamento das famílias, que deve ser uma prioridade nas políticas públicas. Eles sugerem que, ao fortalecer as capacidades locais, Cabo Verde poderá enfrentar melhor os desafios sociais e econômicos que se avizinham, criando um ambiente mais resiliente e próspero para todos.