O ex-secretário-executivo da CPLP, Murade Murargy, anunciou que a Guiné Equatorial se prepara para assumir a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa em 2027. Em uma entrevista, ele destacou que, apesar de o país estar pronto, ainda precisa do apoio dos demais membros da CPLP, especialmente em relação à formação em língua portuguesa para seus altos quadros. Murargy criticou Portugal por não ter contribuído significativamente para o desenvolvimento da língua no país, apesar de ser o maior interessado na promoção do português na Guiné Equatorial. Ele lembrou que a Guiné Equatorial solicitou a adesão à CPLP em 1996, mas enfrentou objeções. Para ser aceita, o país teve que se comprometer a abolir a pena de morte e a introduzir a língua portuguesa. Murargy afirmou que, embora a situação da pena de morte tenha sido resolvida, Portugal não tem feito o suficiente para apoiar a Guiné Equatorial na promoção da língua portuguesa. O ex-secretário-executivo também mencionou que ele mesmo tem dado aulas de português a funcionários do governo equato-guineense, ressaltando a necessidade de um esforço conjunto para melhorar a fluência na língua. Ele expressou orgulho por ter participado da primeira cimeira da CPLP em Díli, onde foi anunciada a adesão da Guiné Equatorial.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoGuiné Equatorial ta prepara pa asumi presidensia di CPLP
Murade Murargy, ex-secretário-executivo di CPLP, anunsiá que Guiné Equatorial ta prepara pa asumi presidensia di Comunidade di Países di Língua Portuguesa na 2027. Na un entrevista, el destaca que, apesar di país ta prontu, el ainda precisa di apoio di outros membros di CPLP, principalmente na formação di língua portuguesa pa seus altos quadros. Murargy critica Portugal pa não ten contribuído di forma significativa pa desenvolvimento di língua na país, apesar di ser el maior interessado na promoção di português na Guiné Equatorial.
El lembrou que Guiné Equatorial pediu adesão na CPLP na 1996, mas enfrentou objeções. Pa ser aceita, país teve que se comprometer pa aboli a pena di morte e introduzi língua portuguesa. Murargy afirma que, embora situação di pena di morte já foi resolvida, Portugal não ta faze o suficiente pa apoia Guiné Equatorial na promoção di língua portuguesa.
Ex-secretário-executivo também menciona que el mesmo ta dá aulas di português pa funcionários di governo di Guiné Equatorial, ressaltando necessidade di un esforço conjunto pa melhora fluência na língua. El expressa orgulho pa ter participado na primeira cimeira di CPLP na Díli, onde foi anunsiá adesão di Guiné Equatorial.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.
