Lúcia dos Passos, presidente da Rede das Mulheres Parlamentares, expressou a sua intenção de trabalhar em conjunto com a nova presidente da Assembleia Nacional, Janira Hopffer Almada, para reforçar a presença das mulheres na política. Durante uma conferência de imprensa, ela destacou que a lei da paridade não impõe ao Governo a obrigação de cumprir com o princípio da paridade, mas sim de observá-lo, o que representa um desafio a ser superado nesta décima primeira legislatura. Com a eleição de Almada, que se torna a primeira mulher a presidir a Assembleia Nacional, Lúcia dos Passos manifestou otimismo em relação ao futuro da representação feminina no parlamento, que atualmente conta com 66% de mulheres na mesa e 47% de mulheres eleitas nas listas dos partidos. No entanto, a deputada alertou que, no que diz respeito ao Governo, a paridade não é obrigatória, conforme o artigo 4.º da lei, que apenas menciona a observância do princípio. Ela enfatizou que a questão da paridade deve ser discutida na sociedade, com uma participação mínima de 40% das mulheres em todas as esferas de decisão. Lúcia dos Passos argumentou que a falta de cumprimento da paridade no Governo diminui o impacto positivo das conquistas femininas no parlamento e nas autarquias. A deputada defendeu a remoção de barreiras que dificultam a participação plena das mulheres em todas as áreas de decisão, considerando isso uma questão de justiça e inclusão social. A sua mensagem é clara: é necessário um esforço conjunto para garantir que as mulheres tenham um papel ativo e igualitário na política e na sociedade cabo-verdiana.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoRede di Mulheres Parlamentares Promete Reforça Presença Feminina na Política
Lúcia dos Passos, presidenta di Rede di Mulheres Parlamentares, expressa se intenção di trabadja ku nova presidenta di Assembleia Nacional, Janira Hopffer Almada, pa reforça presença di mulheres na política. Duranti un konferénsia di imprensa, ela destacou ki lei di paridade ka impõe pa Governo obriga di kumpri ku princípio di paridade, mas sim di observá-l, ki é un desafio pa ser superá nesta décima primeira legislatura. Ku eleição di Almada, ki ta torna a primeira mulher a presidi Assembleia Nacional, Lúcia dos Passos manifestou otimismo na representação feminina na parlamento, ki atualmente ten 66% di mulheres na mesa y 47% di mulheres eleitas nas listas di partidos.
Mas, deputada alertou ki, na questão di Governo, paridade ka é obrigatória, segundo artigo 4.º di lei, ki apenas menciona observância di princípio. Ela enfatizou ki questão di paridade deve ser diskutida na sociedade, ku participação mínima di 40% di mulheres em tudu as esferas di decisão. Lúcia dos Passos argumentou ki falta di kumprimentu di paridade na Governo diminui impacto positivo di conquistas femininas na parlamento y nas autarquias.
Deputada defendeu remoção di barreiras ki dificulta participação plena di mulheres em tudu as áreas di decisão, considerando isso un questão di justiça y inclusão social. Mensagem di ela é klaru: é necessário un esforço konxuntu pa garantí ki mulheres ten un papel ativu y igualitário na política y na sociedade kabu-verdiana.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.



