Na Crónica VIII, o autor aborda a importância do capital humano na administração pública em Cabo Verde, sugerindo que os funcionários públicos devem ser vistos como arquitetos de soluções, em vez de meros executores de procedimentos. A burocracia atual, que frequentemente resulta em frustração para os cidadãos, deve ser substituída por um sistema mais ágil e eficiente, onde a tecnologia desempenha um papel fundamental. O autor destaca que o pagamento de impostos, muitas vezes encarado como uma 'penitência cívica', pode ser facilitado através de plataformas digitais, tornando-se um processo simples e transparente. A proposta inclui a implementação de um sistema fiscal que valorize a contribuição dos cidadãos e promova a agilidade nas transações. A Crónica conclui que a reforma do Estado deve focar na valorização do talento humano para servir melhor o interesse público.