Moçambique é identificado como um dos países mais vulneráveis aos impactos do fenômeno El Niño, que deverá persistir até março de 2027. O relatório da ACAPS alerta para a insegurança alimentar, escassez de água e desnutrição, que podem ser agravadas pelas condições climáticas adversas. As previsões indicam precipitação abaixo da média nos primeiros meses da época chuvosa, o que comprometerá a produção agrícola, especialmente de culturas alimentares. Além disso, a combinação de temperaturas elevadas e condições secas poderá aumentar o risco de incêndios florestais e queimadas descontroladas. O governo moçambicano já ajustou suas previsões de crescimento econômico para 2026, refletindo os impactos das inundações e a necessidade de um plano de recuperação robusto.