O artigo discute a postura de Tony Teixeira em relação à AJOC, a associação de jornalistas de Cabo Verde. O autor expressa surpresa com a exigência de Teixeira por uma posição da AJOC, considerando que ele esteve ausente em momentos críticos de defesa da liberdade de imprensa. A crítica se estende a figuras políticas que, historicamente, mostraram antipatia pela AJOC, mas agora se mostram preocupadas com sua atuação. O autor reafirma a importância da coerência na defesa da liberdade de imprensa e critica tentativas de deslegitimar a associação.