O presidente da AJOC foi criticado por não abordar a questão central da liberdade de imprensa em um caso envolvendo um jornalista e uma figura política. Em vez de focar na defesa dos princípios da liberdade de imprensa, ele optou por desqualificar o jornalista, levantando questões pessoais e passadas. Essa atitude revela uma falta de compromisso com a defesa da liberdade de imprensa, que deve ser incondicional e não dependente de simpatias pessoais. A crítica central é que a AJOC deveria defender todos os jornalistas, independentemente de suas relações com a associação. O presidente parece mais preocupado em responder a críticas pessoais do que em proteger a liberdade de expressão. Essa postura é preocupante, pois a liberdade de imprensa é um princípio fundamental que deve ser defendido em todas as circunstâncias. Além disso, a AJOC deve lembrar que a liberdade de imprensa não é um prêmio a ser concedido a quem apoia a associação, mas um direito que deve ser garantido a todos os jornalistas. O silêncio diante da pressão política é inaceitável e a AJOC deve ser clara em sua posição, defendendo os princípios da liberdade de imprensa sem exceções.