Gianni Infantino enfrenta um futuro incerto como presidente da FIFA, com a sua posição a ser questionada após a controvérsia em torno da suspensão do jogador Folarin Balogun. A decisão de adiar a suspensão, influenciada por uma intervenção do presidente dos EUA, Donald Trump, gerou críticas de várias federações, incluindo a Alemanha, Países Baixos e Bélgica. Esses países acreditam que a FIFA pode ter ultrapassado limites éticos, sugerindo manipulação de resultados. Apesar de se prever que Infantino consiga sobreviver a esta crise e não enfrente oposição na sua reeleição no próximo ano, a sua reputação foi severamente danificada. A falta de apoio de federações que anteriormente o apoiavam, como Egito e Senegal, levanta questões sobre a sua capacidade de implementar os seus objetivos, como a expansão do Mundial de Clubes. A federação do Níger, no entanto, reafirmou o seu apoio a Infantino, prometendo resistência a tentativas de manipulação. A situação é complexa, com a federação inglesa também a apoiar a reeleição de Infantino, apesar de uma queixa pendente contra ele no comité de ética. A falta de transparência em torno do caso Balogun e a recusa da FIFA em divulgar informações têm alimentado ainda mais a controvérsia.