Os conflitos militares entre os Estados Unidos da América e o Irão escalam nesta quarta-feira, 15, com novos bombardeamentos americanos no sul do Irão e ataques retaliatórios da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) contra instalações militares dos EUA na região. A IRGC anunciou a destruição de hangares que abrigavam caças F-15, F-16 e F-35, além de drones MQ-9 na Base Aérea de Al-Azraq, na Jordânia. Além disso, a Guarda Revolucionária atacou instalações militares no Bahrein e no Kuwait, destruindo centros de comando e tanques de combustível da Quinta Frota americana. O Irão advertiu que o Estreito de Ormuz permanecerá bloqueado até que os ataques americanos cessem, ameaçando também rotas de exportação de petróleo e gás. O governo da Jordânia, por sua vez, interceptou mísseis iranianos que entraram em seu espaço aéreo, reafirmando a rejeição a qualquer violação de sua soberania. O secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo condenou os ataques iranianos, caracterizando-os como uma escalada perigosa na região. Os EUA, através do Comando Central, informaram que os bombardeamentos visam degradar as capacidades militares iranianas, enquanto o presidente Donald Trump ameaçou intensificar os ataques caso o Irão não aceite um acordo. A situação continua a ser tensa, com bombardeamentos relatados em várias cidades iranianas.