Nos últimos dias, analistas e estrategas do Pentágono têm se debruçado sobre cenários que envolvem possíveis ataques dos Estados Unidos a Cuba, conforme reportado pela CBS News. Fontes próximas ao assunto afirmam que essa análise não significa que a Casa Branca esteja considerando uma operação militar contra a ilha, mas sim uma prática comum do Departamento de Guerra. Entre os cenários analisados, destaca-se uma operação de assalto liderada pela 101ª Divisão Aerotransportada. As análises realizadas pelo Pentágono incluem a avaliação dos objetivos da missão, o número de efetivos necessários, a sequência das ações, considerações logísticas e os riscos associados. No entanto, as fontes consultadas indicam que, neste momento, qualquer operação contra Cuba enfrentaria sérios problemas logísticos, uma vez que a atenção dos militares dos EUA está voltada para outros cenários, como o Irão. Além disso, a situação diplomática entre os EUA e Cuba permanece estagnada. O secretário de Estado, Marco Rubio, havia tentado promover uma transição de governo em Cuba, propondo um novo Executivo temporário que implementasse reformas económicas. Contudo, o regime cubano continua a recusar-se a realizar tais reformas, conforme afirmou o secretário da Guerra, Pete Hegseth, no último fim de semana.