O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso à nação onde expressou preocupações sobre a integridade do sistema eleitoral, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem fornecer provas concretas. Durante a sua intervenção, que foi transmitida em horário nobre, Trump apelou ao Senado para aprovar uma reforma eleitoral que visa fortalecer os requisitos para a votação, incluindo a necessidade de prova de cidadania e identificação com foto. Ele argumentou que os Estados Unidos não podem ser considerados 'grandes' sem eleições 'livres, justas e honestas'. Trump anunciou a divulgação de documentos anteriormente classificados que, segundo ele, demonstram uma violação significativa dos dados eleitorais, alegando que a China obteve ilicitamente informações sobre 220 milhões de eleitores americanos. Apesar das suas alegações, os documentos não apresentaram evidências de manipulação de votos nas eleições de 2020, e auditorias subsequentes não encontraram indícios de fraude eleitoral significativa. Além de criticar a China, Trump também mencionou que os governos da Venezuela, sob Hugo Chávez e Nicolás Maduro, tentaram manipular resultados eleitorais entre 2004 e 2020, com base em documentos da CIA. No entanto, o relatório da CIA não fornece provas definitivas de fraude em larga escala, destacando que nem o governo venezuelano nem os sistemas de votação poderiam alterar os resultados das eleições. O discurso de Trump reflete suas contínuas preocupações sobre a integridade eleitoral e a necessidade de reformas no sistema.