Angola e Moçambique permanecem como os únicos países da CPLP que não ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990. Ambos os países argumentam que a preservação das especificidades linguísticas nacionais é fundamental, além de considerarem o impacto das línguas locais. A implementação das novas regras também é vista como um fator dissuasor devido aos custos associados. Essa situação levanta questões sobre a unidade linguística dentro da comunidade de língua portuguesa e o futuro da norma ortográfica. A discussão sobre o acordo continua a ser um tema relevante entre os países lusófonos.