O líder parlamentar do MpD, ao afirmar que a relação dos cidadãos com a Justiça deve ser de 'submissão ao império da Lei', expôs uma visão política que marginaliza o papel dos cidadãos na democracia. Essa declaração, feita durante a apresentação do Programa do Governo, sugere uma estratégia de desestabilização política e uma tentativa de golpe institucional contra Francisco Carvalho. A persistência do MpD em judicializar o debate político, mesmo após derrotas eleitorais, demonstra uma tática que visa incendiar a sociedade cabo-verdiana. A oposição, ao tentar desacreditar Carvalho, ignora a clara vontade popular expressa nas recentes eleições, onde ele foi escolhido em várias ocasiões para cargos de liderança. A retórica de 'travá-lo' revela uma campanha orquestrada de perseguição que, em vez de enfraquecer Carvalho, tem fortalecido sua base de apoio. A situação atual evidencia o isolamento da minoria radical dentro do MpD, que, ao invés de ser uma força política relevante, parece estar se autodestruindo. A estratégia de desestabilização não apenas falha em atingir seus objetivos, mas também reforça a imagem de um partido que não tem mais um papel significativo na governação do país.