O Ministério Público de Cabo Verde apresentou acusações contra Francisco Carvalho, presidente da Câmara da Praia, e vários vereadores, imputando-lhes mais de 26 crimes relacionados com a gestão municipal. A acusação, elaborada pelo Departamento Central de Acção Penal, resulta de uma investigação que analisou decisões e procedimentos administrativos, contratos e relatórios de auditoria, entre outros documentos. Os crimes incluem falsificação de documentos, corrupção passiva e abuso de poder, entre outros, e foram considerados relevantes para a atividade municipal. Além de Carvalho, os vereadores Fernando Jorge Tavares Pinto, Kyrha Samory Hopffer Almada Correia Varela e Jorge Isaías Silva Garcia também enfrentam acusações semelhantes, cada um respondendo por 27 crimes. A investigação não se limitou a um único caso, mas abrangeu uma série de atos administrativos que, segundo o Ministério Público, violaram os deveres legais associados ao exercício de funções públicas. Os arguidos não gozam de foro especial, o que significa que o processo seguirá para julgamento na primeira instância. O Ministério Público descreve a situação como um conjunto de factos que ocorreram em diferentes momentos da gestão camarária, revelando uma preocupação com a integridade da administração pública em Cabo Verde.
Na Kriolu
· Versão em Kriolu cabo-verdianoMinistériu Públiku Akusa Francisco Carvalho i Vereadores di Câmara di Praia di Krimẽs na Gestão Munisipal
Ministériu Públiku di Kabu Verdi apresentá akusason kontra Francisco Carvalho, prezidẽnti di Câmara di Praia, i vários vereadores, imputandu-lhi maís di 26 krimẽs relasionadu ku gestão munisipal. Akusason, elabóradu pa Departamentu Sentral di Ação Penal, resulta di un investigason ki analisa decisões i procedimentos administrativus, kontratus i relatorios di auditoria, entre outros dokumentus. Krimẽs inklui falsifikason di dokumentus, korupson pasiva i abuzu di poder, entre outros, i foron konsideradu relevanti pa atividade munisipal.
Dja pa além di Carvalho, vereadores Fernando Jorge Tavares Pinto, Kyrha Samory Hopffer Almada Correia Varela i Jorge Isaías Silva Garcia tamién ta enfrenta akusason similhanti, cada un respondendu pa 27 krimẽs. Investigason nu limitá a un úniku kásu, mas abrangeu un série di atos administrativus ki, segundo Ministériu Públiku, violá deveres legais asosiadu ku exercício di funções públikas.
Arguidos nu goza di foro espisial, ki signifika ki procesu ta segui pa julgamentu na priméra instância. Ministériu Públiku descreve situason komu un konjuntu di faktus ki okoréu na diferenti momentus di gestão kamarária, revelandu un preokupason ku integridadi di administração públika na Kabu Verdi.
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