Recentemente, alguns dirigentes e militantes do Movimento para a Democracia (MpD) foram alertados sobre a necessidade de formação cívica e atualização política. É fundamental que esses membros leiam e compreendam a Constituição da República de Cabo Verde, aprovada pelo MpD em 1992, que deve guiar todas as suas ações e atitudes. A Constituição garante direitos e liberdades fundamentais, incluindo a liberdade de expressão, que não pode ser restringida por opiniões políticas ou filosóficas. O artigo destaca que os deputados representam todo o povo e não apenas os seus círculos eleitorais, enfatizando que a violação da Constituição é inaceitável. Aqueles que tentam impor um pensamento único ou limitar a diversidade de opiniões dentro do MpD estão, segundo o autor, no partido errado. O MpD deve permanecer fiel aos seus princípios de liberdade e democracia, sendo um partido que acolhe a pluralidade de ideias. A crítica se estende a tentativas de condicionar o exercício das funções dos deputados, que devem atuar de acordo com a Lei Magna do país. O autor defende que a verdadeira essência do MpD é ser um partido popular e basista, comprometido com a defesa da liberdade e da democracia.