A Unidade de Gestão de Projetos Especiais (UGPE) publicou um direito de resposta onde refuta alegações de ilegalidade na contratação de um consultor, afirmando que o processo foi conduzido conforme as normas do Banco Mundial. Segundo a UGPE, a seleção do consultor coordenador e de outros quatro consultores foi feita dentro do âmbito do Projeto Digital Cabo Verde, com um investimento de 40 milhões de dólares, e não está sujeita às regras do Código da Contratação Pública. A UGPE esclarece que a contratação foi precedida pela elaboração de termos de referência e pela validação das qualificações do consultor, garantindo que o procedimento foi formal e documentado. A entidade também enfatiza que a relação familiar mencionada nas alegações não influenciou a seleção, que se baseou exclusivamente em critérios técnicos e operacionais. Além disso, a UGPE reafirma seu compromisso com a legalidade e a boa governação, mostrando-se disponível para fornecer esclarecimentos adicionais. A resposta surge em meio a críticas sobre a contratação, que ocorreu a poucos dias das eleições de 17 de maio, levantando preocupações sobre possíveis favorecimentos.