A recente contratação do irmão do ex-ministro das Finanças, Olavo Correia, por 7,2 milhões de escudos pela Unidade de Gestão de Projetos Especiais (UGPE) gerou controvérsia, especialmente com as eleições legislativas a aproximarem-se. Embora a UGPE defenda que o contrato seguiu as regras do Banco Mundial e que não houve ilegalidade, a situação levanta questões sobre a transparência e a responsabilidade política. O autor do artigo expressa confusão sobre quem realmente está no comando, dado que a estrutura política mudou com a nova administração do Primeiro-Ministro Francisco Carvalho, que agora acumula a pasta das Finanças. A dúvida central reside em quem autorizou a UGPE a emitir uma resposta institucional sobre o contrato. O autor questiona se foi o Primeiro-Ministro, o Ministro da Coordenação de Projetos Especiais, ou se a UGPE agiu por conta própria. A situação é complexa, pois envolve um contrato significativo, celebrado em um período eleitoral, que pode ter implicações éticas e políticas. O autor conclui que, apesar da não objeção do Banco Mundial, isso não absolve a administração pública das suas responsabilidades em termos de transparência e imparcialidade. A população cabo-verdiana está atenta e levanta questões sobre a legitimidade do processo, indicando que a situação não é apenas uma questão técnica, mas uma questão de princípios constitucionais e de interesse público.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoPolémika na Kontrata di Irmã di Ex-Ministru di Finansas
A recenti kontrata di irmanu di ex-ministru di finansas, Olavo Correia, por 7,2 milhons di eskudos pa Unidade di Gestão di Projetus Especiais (UGPE) ta gera polemika, especialmente ku eleiçon legislativas ta aproxima. Embora a UGPE defende ki kontratu segui as regras di Banco Mundial y ki n há ilegalidadi, situason ta levanta perguntas sobre transparensia y responsabilidade polítika. Autor di artikulu ta exprimi confusão sobre ki realmente ta na komandu, dado ki estrutura polítika mudá ku nova adminstraçon di Primeiro-Ministru Francisco Carvalho, ki agora ta acumula pasta di Finansas.
Dúvida central ta reside na ki autorizá UGPE pa emiti resposta institucional sobre kontratu. Autor ta pergunta se foi Primeiro-Ministru, Ministru di Coordenaçon di Projetus Especiais, ó se UGPE agiu por conta própria. Situason é komplexa, pois envolve un kontratu signifikativu, celebrado na un período eleitoral, ki pode ten implicasons étikas y polítikas.
Autor ta konkludi ki, apesar di n há objeção di Banco Mundial, isso n absolvi administração pública di se responsabilidades na termos di transparensia y imparcialidade. População cabo-verdiana ta atenti y levanta perguntas sobre legitimidadi di procesu, indikando ki situason n é apenas un questão técnica, mas un questão di princípios constitucionais y di interesse públiku.
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