O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que o Mundial2026 será o 'mais excecional de sempre', respondendo a várias críticas que têm surgido em relação ao torneio. Em um comunicado oficial, ele desafiou os críticos a 'meditarem, rezarem ou simplesmente assistirem a um jogo de futebol', lamentando que muitos detratores estão afastados da celebração do futebol. Infantino destacou que, apesar de alguns incidentes, como a recusa de vistos para certos adeptos, milhões de pessoas de todo o mundo conseguiram participar do evento. Ele também elogiou o papel do futebol em unir nações, mencionando que o Irão conseguiu entrar nos Estados Unidos sem conflitos, o que ele considera um exemplo do poder do esporte. No entanto, a competição não foi isenta de controvérsias, como a transferência da seleção iraniana para o México e a não aplicação de uma suspensão a um jogador americano, o que gerou indignação tanto no mundo esportivo quanto político. Infantino reconheceu que a insatisfação com algumas decisões é compreensível, mas defendeu que tais decisões são comuns em ligas de prestígio. Ele também abordou a expansão do torneio de 32 para 48 seleções, citando o Haiti como um exemplo de como o futebol pode trazer visibilidade e oportunidades. O Mundial2026 culminou com a vitória da Espanha sobre a Argentina na final, um jogo que foi decidido no prolongamento.