A relação entre a UEFA e a FIFA deteriorou-se após a proposta de Gianni Infantino de vender os direitos comerciais do Campeonato do Mundo a investidores privados, com o objetivo de arrecadar 17 mil milhões de euros. Este plano gerou descontentamento entre as nações europeias, que estão a ponderar um possível boicote ao Mundial feminino que ocorrerá no Brasil no próximo ano. A UEFA manifestou-se contra a proposta, afirmando que a governança do futebol não deve ser tratada como um ativo comercial. A FIFA anunciou a intenção de angariar até 4,2 mil milhões de dólares com a venda de participações do Mundial, o que levou a uma quebra de confiança entre a UEFA e a FIFA. A Federação Inglesa de Futebol, uma das mais influentes na UEFA, ficou surpresa com os planos da FIFA, o que contribuiu para a tensão entre as organizações. Além disso, a UEFA criticou a falta de transparência na proposta da FIFA, afirmando que a alma do futebol não deve ser negociada sem clareza sobre quem se beneficia financeiramente. A situação culminou em uma reunião de emergência virtual entre as nações da UEFA para discutir a oposição a esta nova abordagem comercial da FIFA.