A proposta de lei que aprova o Orçamento Rectificativo do Estado para 2026 foi aprovada na Assembleia Nacional, com 37 votos favoráveis do PAICV, 30 contra do MpD e duas abstenções da UCID. A deputada Rosa Rocha, do PAICV, defendeu que o orçamento permitirá ao Executivo continuar a implementar o seu programa, responsabilizando o anterior Governo do MpD pelo aumento das despesas. Ela acusou o MpD de ter alterado o orçamento antes de deixar o cargo, afirmando que o atual Governo apenas está a assumir compromissos herdados. Por outro lado, o deputado Celso Ribeiro, do MpD, contestou a credibilidade do orçamento, questionando a falta de clareza sobre a origem do aumento de mais de oito mil milhões de escudos. Ribeiro criticou a apresentação de programas sem o devido enquadramento financeiro e rejeitou a ideia de que o orçamento reduz a despesa pública. Na UCID, João Santos Luís explicou que a abstenção não deve ser vista como apoio ao PAICV, mas sim ao Estado. Ele também criticou a falta de verbas para as vítimas da tempestade Erin, que afetou várias ilhas em agosto de 2025, e afirmou que o orçamento aumenta as despesas do Estado em mais de oito milhões de contos.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoOrçamento Rectificativo di 2026 Aprovadu
Proposta di lei ku aprova Orçamento Rectificativo di Estado pa 2026 foi aprovada na Assembleia Nacional, ku 37 votos a favor di PAICV, 30 kontra di MpD y duas abstenções di UCID. Deputada Rosa Rocha, di PAICV, defendeu ku orçamento ta permiti ao Executivo kontinua ku se programa, responsabilizandu anterior Governo di MpD pa aumento di despesa. Ela akusou MpD di altera orçamento antes di saí di kargo, afirmandu ku atual Governo ta apenas asumí komprimentos herdadu.
Por outro lado, deputado Celso Ribeiro, di MpD, contestou kredibilidade di orçamento, questionandu falta di klaridade sobre origem di aumento di mais di oito mil milhões di escudos. Ribeiro kritikou apresentaçon di programas sem devidos enquadramentu finansiero y rejeitou ideia ku orçamento ta reduz despesa públika.
Na UCID, João Santos Luís explicou ku abstenção não deve ser vista komu apoio pa PAICV, mas sim pa Estado. Ele também kritikou falta di verbas pa vítimas di tempestade Erin, ku afetou várias ilhas em agosto di 2025, y afirmou ku orçamento ta aumenta despesa di Estado em mais di oito milhões di contos.
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