Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas condenaram as sanções dos Estados Unidos a Cuba, afirmando que estas tentam alterar a ordem constitucional de um Estado soberano. O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) indicou que as condições humanitárias estão a deteriorar-se com a crise energética, que se agrava devido a desastres naturais e sanções. A ONU alertou que todos os serviços básicos estão a ser afetados pela falta de combustível e eletricidade, resultando em mais de 100 mil procedimentos cirúrgicos adiados. A ONU e seus parceiros publicaram um Plano de Ação Humanitária para ajudar dois milhões de pessoas, mas a crise energética limita a entrega da ajuda. A campanha de pressão dos EUA contra Cuba intensificou-se com novas sanções contra o Presidente cubano e outras entidades. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba classificou as sanções como vil, enquanto o Presidente considerou uma tentativa de criar conflito entre os dois países.