Ana Maria Fonseca Hopffer Almada, conhecida pela sua elegância e reserva, revela o seu lado mais humano e a essência da mulher que valoriza as suas origens. Num testemunho emocionante, ela revisita a sua infância no Mindelo, o legado do pai e um casamento de quase cinco décadas. Ana Maria expressa a sua identidade, afirmando que, embora orgulhosa do apelido do marido, não aceita que lhe tirem o seu nome de família. A sua juventude foi marcada pelo estudo e pela disciplina, e a separação da mãe ao ir para França foi dolorosa. O seu amor por David Hopffer Almada começou antes da sua partida, quando ele conseguiu o seu endereço e pediu autorização aos pais para lhe escrever. A história de Ana Maria é uma celebração da fé, das memórias de infância e da fidelidade às suas raízes.