Em entrevista, Jorge Spencer Lima critica o ambiente de negócios em Cabo Verde, mencionando a burocracia que dificulta o investimento nacional e a urgência de diversificar a oferta turística. Ele destaca que os investimentos externos funcionam melhor do que os nacionais, que enfrentam dificuldades como garantias exigidas pelos bancos. Lima defende um sistema financeiro que não prejudique os empresários nacionais e expressa ceticismo sobre a pesca como motor da economia azul, afirmando que a capacidade de captura de Cabo Verde é limitada e não sustenta um setor pesqueiro de grande escala.