As primeiras-ministras de Itália e Dinamarca criticaram a imigração descontrolada para a Europa, associando-a a um aumento da criminalidade e da violência sexual. Elas defenderam a ampliação das deportações de pessoas sem direito de permanência e a criação de mais centros de repatriação em países terceiros. Além disso, abordaram a necessidade de maior integração dos imigrantes legais aos valores europeus, destacando a importância de respeitar a herança cultural cristã da Europa. As duas líderes afirmaram que essa posição reflete a visão de uma parte significativa da população europeia.