O artigo aborda a instabilidade política em Cabo Verde, mencionando que ainda não passaram cem dias desde a tomada de posse do Governo de Francisco Carvalho e que o MpD está a exigir a execução imediata do programa apresentado ao eleitorado. Critica a desonestidade intelectual dos dirigentes do MpD e a criação de narrativas fantasiosas, como as supostas pressões sobre o presidente da República para a nomeação do Procurador Geral da República. O texto também menciona a falta de sustentação factual em alegações sobre nomeações para embaixadas e perseguições a quadros na administração pública, destacando a fragilidade dos factos políticos apresentados pelo MpD.