O indicador M2, que inclui moeda em circulação, depósitos à ordem, depósitos a prazo e depósitos de poupança, registou um crescimento de 12,5% em Junho. Este aumento foi impulsionado principalmente pelo crescimento das disponibilidades líquidas sobre o exterior, que aumentaram 27,3%. O crédito interno líquido cresceu 0,6%, devido à expansão do crédito à economia, que compensou a contração do crédito ao Setor Público Administrativo. O M1, que inclui moeda em circulação e depósitos à ordem, cresceu 18,0%, enquanto a quase-moeda aumentou 7,1%. As reservas internacionais líquidas do país situaram-se em 1.175,4 milhões de euros, com um aumento de 297,8 milhões de euros em relação ao ano anterior. O crédito ao setor privado aumentou 6,4%, enquanto o crédito às empresas públicas não financeiras diminuiu 4,1%. As taxas de juro aplicadas às operações de crédito bancário diminuíram, enquanto as taxas de juro dos depósitos aumentaram ligeiramente.