Em conferência de imprensa, o presidente da UCID, João Santos Luís, saudou a iniciativa dos cidadãos que levaram questões ao Presidente da República, mas expressou preocupações sobre a escolha de apenas uma das oito questões da petição. Ele questionou os critérios para a seleção e a exclusão das outras sete, reconhecendo a competência do Presidente para definir o objeto do pedido ao Tribunal Constitucional. João Santos Luís levantou dúvidas sobre a aprovação da resolução 03/X/2021, que deveria ter sido apreciada pelo plenário da Assembleia Nacional, e não pela Comissão Permanente. Ele também questionou a existência da acta da reunião da Comissão Permanente e a legalidade da resolução publicada após a detenção de Amadeu Oliveira. O presidente da UCID questionou o momento do pedido de fiscalização da constitucionalidade, que surge cinco anos após os eventos, e sugeriu que poderia haver uma relação com o calendário eleitoral.