A campanha para divulgar as alterações à Constituição da Guiné-Bissau começou, com um referendo agendado para 30 de agosto. O Conselho Nacional de Eleições (CNE) está a preparar ações de educação cívica, mas a legitimidade do Conselho Nacional de Transição (CNT) continua a ser contestada. O CNT, que assumiu funções legislativas após um golpe de Estado, é criticado por ter sido constituído após a interrupção de um processo eleitoral. A Liga Guineense dos Direitos Humanos considera o referendo ilegal, uma vez que a legislação proíbe referendos antes das eleições, marcadas para 6 de dezembro. O CNE garante que está a trabalhar para assegurar uma votação livre e justa, enquanto a população se questiona se haverá tempo suficiente para compreender as alterações propostas.