A ARME esclareceu que não tem competência para aprovar ou atualizar os preços cobrados pelos hiaces nas ligações para o interior de Santiago, pois considera que este serviço não se enquadra legalmente no transporte público regular coletivo de passageiros. A agência explicou que suas competências tarifárias estão limitadas à fixação e atualização das tarifas dos Serviços Públicos de Transporte Regular Coletivo Urbano e Interurbano. A ARME também reconheceu que o atual enquadramento institucional e regulatório dos hiaces pode gerar dúvidas sobre as competências das diferentes entidades públicas na definição e acompanhamento dos preços. A entidade reguladora manifestou disponibilidade para colaborar com as entidades públicas competentes e operadores na busca de soluções que equilibrem a sustentabilidade da atividade com a proteção dos interesses dos utentes. Recentemente, condutores de hiaces em Santiago defenderam a atualização das tarifas devido ao aumento do preço dos combustíveis, que tornaram a atividade insustentável.