A secretária-geral da UNTC-CS, Joaquina Almeida, assegurou que continua no cargo, afirmando que o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça não determinou a sua destituição, mas focou na legitimidade da assinatura da convocatória do Conselho Nacional. Ela reagiu às posições da Plataforma “Unir e Resgatar a UNTC-CS”, que argumenta que a decisão judicial retirou legitimidade à liderança atual. Almeida explicou que a questão surgiu após o falecimento do ex-presidente do Conselho Nacional e que, até a conclusão do processo, não é correto transformar a decisão sobre a convocatória em uma alegação de ilegitimidade. A UNTC-CS recorreu ao Tribunal Constitucional e, caso não obtenha uma decisão favorável, será necessário retomar o processo para a realização do 8.º Congresso. Ela rejeitou a necessidade de uma comissão independente e defendeu a autonomia da central sindical. Além disso, criticou o ex-secretário-geral e a associação IPRODIAL, questionando sua constituição e composição.